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Até breve

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Reluto em me despedir. Já passa das dez, horário tão comum para mim nos últimos dez meses nessa redação. Mas é o último dia. São os últimos minutos de um até breve. Um até breve aos primeiros colegas de profissão que foram fantásticos nesses primeiros meses de mercado de trabalho. Não poderia ter começado em lugar melhor, disso tenho certeza, e sou eternamente grato por cada detalhe que cada um compartilhou e me ensinou durante nossa convivência diária.

Essa história não poderia ter terminado de forma mais fantástica.

Fernando Meligeni e Gustavo Kuerten, ícones do tênis brasileiro (Rubens Flôres)

Ganhar o 8º Prêmio IGK, do Instituto Guga Kuerten, é o primeiro de muitos sonhos que espero realizar. Parece que foi ontem meu terceiro dia de trabalho no Notícias do Dia, quando fiz a foto premiada durante pauta com a Maiara. Faltando três dias para me despedir, ganho esse troféu. Não poderia ter sido mais perfeito.

"Força supera limitações", vencedora da categoria Fotojornalismo no 8º Prêmio IGK

Quero ir longe, muito longe. Mas, apesar de partir, minha gratidão e carinho por todos permanece.

Até breve!

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Instituto Ekko Brasil e o Projeto Lontra*

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Irara Winny. A irara é um mamífero carnívoro pertencente à família dos mustelídeos, sub-família Mustelinae

TEXTO ALINE REBEQUI aline@noticiasdodia.com.br

FOTOS LUCAS SAMPAIO sampaio@noticiasdodia.com.br

O projeto Lontra do Instituto Ekko Brasil, criado e desenvolvido na Lagoa do Peri, Sul da Ilha, foi um dos escolhidos entre mais de 900 projetos voltados para conversação ambiental  – o único em Santa Catarina – para receber patrocínio do programa Petrobras Ambiental. Agora, a equipe formada por oito profissionais tem dois anos para utilizar os R$990 mil de recurso em ações de preservação e estudo da espécie.

A Ekko Brasil é uma das poucas ONGs (Organização Não Governamental) do Brasil que pesquisa a fundo a vida desta espécie, que está na lista dos animais em extinção há muitos anos. O carro-chefe do instituto, o projeto Lontra, vem sendo desenvolvido pelo oceanógrafo Oldemar Carvalho Junior desde 1986 quando iniciou  sua dissertação de mestrado sobre a espécie na Lagoa do Peri.

Lontra Tupi. A lontra é um mamífero carnívoro pertencente à família dos mustelídeos, sub-família Lutrinae

Desde lá, Carvalho Junior não parou mais e em 2004 com a ajuda de veterinários e biológicos instituiu o projeto, até então, custeado com recursos próprios. Na base, localizada ao lado da Lagoa do Peri em uma área de três hectares, a equipe, além de estudar e contribuir com a conversação das lontras, ainda promove educação ambiental para visitantes, a grande maioria estudantes da área e crianças das escolas públicas e privadas da Capital.

Lontra Iara. Embora sua carne não seja comercializada em larga escala, a lontra faz parte dos animais ameaçados de extinção pelo valor da sua pele e pela depredação dos ecossistemas aos quais está adaptada

O instituto trabalha em parceria com a Polícia Ambiental, Floram (Fundação Municipal do Meio-Ambiente) e Ibama (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente), que capturam as lontras nas ruas, muitas vezes atropeladas ou machucadas por ataques de outros animais e as levam para a base do Ekko Brasil, onde se recuperam. “Fazemos de tudo para que elas se recuperem rápido, afinal, não podem se acostumar a viver junto aos humanos. As lontras precisam se virar sozinhas no meio em que vivem”, lembra o veterinário do instituto Rogério Leonel Vieira.

Lontra Tupi. A lontra adulta mede de 55 a 120 centímetros (incluindo a cauda) e pesa até 35 quilos

Recinto das lontras está em fase de construção

Com os recursos do programa Petrobras Ambiental, o oceanógrafo e criador do instituto, Oldemar Carvalho Júnior, conta que será possível construir mais um recinto para duas lontras que já vivem no ambiente do projeto, além de reforçar o desenvolvimento de pesquisas com aplicação de telemetria e análise de DNA e também a instalação do Centro de Visitação e Educação Ambiental. “A partir deste ano vamos vivenciar uma nova fase do instituto com o desenvolvimento de cursos e atividades voltadas para o ensino, capacitação e educação ambiental”, prevê.

O Ekko Brasil, que conforme Carvalho Junior, até então era mais conhecido fora do país do que em território nacional, a partir desse ano também estará de portas abertas para os turistas interessados em turismo de conservação. Nessa modalidade, os visitantes são conhecidos como ecovoluntários quando se hospedam nos alojamentos do instituto e passam o dia em campo com a equipe. “Eles vivenciam toda a nossa rotina e aprendem na prática tudo que envolve esta espécie”, diz.

Quati Cauê. O coati (do tupi "nariz pontudo") é um mamífero da família Procyonidae e gênero Nasua

Lontras gostam de mudar o território

Segundo Carvalho Neto, as lontras não são territorialistas, elas mudam de lar de acordo com a necessidade e, em Florianópolis, há pequenos grupos residentes nas lagoas do Peri e da Conceição e na praia de Naufragados. “Sabemos que em toda a ilha existem pelo menos 20 delas, que vivem em pequenos grupos em lagoas diferentes que ao migrar de um lugar para o outro acabam se machucando em atropelamentos, ataques de cães e águas poluídas. Com isso, pedimos a população que quando avistar uma lontra nos ligue para que possamos fazer o resgate”, diz Carvalho Neto.

Lontra Tupi. De hábito noturno, o habitat da lontra é no litoral ou próximo aos rios, onde busca alimentos

Além do Projeto Lontras, vários projetos fazem parte direita do Instituto Ekko Brasil como o Projeto Tucano, o Projeto Irara, o Refúgio Animal e o Sea Horse do Brasil.

O telefone para marcar visitas, informações sobre turismo de conversação ou para resgate de lontras é o (48) 3237-5071.

* Matéria publicada no jornal Notícias do Dia de 5 de julho, segunda-feira.


mailto:aline@noticiasdodia.com.br

Crônica de uma tragédia anunciada

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Construir casas e estabelecimentos comerciais em cima de áreas de proteção permanente (APPs). Avançar construções sobre dunas e áreas de restinga próximas à areia da praia. Criar molhes e fazer enroncamentos sem estudo de impacto ambiental. Com um enredo recheado de atropelos à legislação ambiental e desrespeito à natureza somados à falta de fiscalização e ação dos órgãos públicos responsáveis, os últimos 30 anos de Florianópolis foram escritos para que a história terminasse em tragédia.

Não é de hoje que a natureza tem respondido à ação do homem. No caso das praias de Florianópolis, o processo foi intensificado nos últimos meses pelas consecutivas e cada vez maiores ressacas que atingiram o litoral catarinense em abril e maio. Desde março o jornal Notícias do Dia tem dado diariamente atenção especial ao assunto, e no conjunto de fotos e matérias que foram publicadas é possível ver que as imagens chocantes das últimas semanas poderiam ter sido evitadas – com menos dinheiro do que está sendo gasto atualmente de forma emergencial.

Notícias do Dia de 5 de março alertava: "Comunidade pede apoio" (Washington Fidélis, 04/03/10)

O presidente da Associação dos Pescadores Artesanais da Armação, Fernando Sabino, apresentou as dificuldades com a erosão da praia e o açoreamento do rio Quincas, que causa enchente e afeta a comunidade. “Ficou mais raso onde fica o ancoradouro. O local tinha seis metros de profundidade e agora tem dois (…)” escreveu a jornalista Roberta Kremer na página oito. Na mesma matéria foi citado o projeto do Deinfra (Departamento Estadual de Infraestrutura) de 1999 que apontava como uma das soluções o engordamento da praia com a areia retirada do desaçoreamento do canal, iniciativa orçada em R$ 2 milhões. Hoje, cinco vezes o valor está sendo utilizado nas obras emergenciais.

Faixa de areia em frente à casa do juiz aposentado Valdomiro Simões na década de 80 (arquivo pessoal, 1987)

Interditada pela Defesa Civil e com a escada de acesso à areia demolida pela ressaca (Rosane Lima, 18/05/10)

Fúria da ressaca faz a faixa de areia desaparecer com a subida da maré (Lucas Sampaio, 02/06/10)

Da frente da casa do juiz aposentado Valdomiro Simões o fotógrafo Edu Cavalcanti fez a capa da edição de final de semana do jornal Notícias do Dia (17 e 18 de abril), que trazia um especial de duas páginas sobre a praia da Armação do Pântano do Sul. Depois de perder quatro metros de faixa de areia por ano desde 2001, a praia praticamente desapareceu com a ressaca daquela semana.

Na matéria da jornalista Aline Rebequi, o doutor em engenharia oceânica e professor da Univali (Universidade do Vale do Itajaí) João Luiz de Carvalho avaliava a gravidade dos estragos através de uma imagem via satélite: “Nota-se uma erosão profunda no mar e um molhe que não poderia ter sido construído. Possivelmente não houve uma pesquisa na área para tanto, nem para ele, nem para a construção das moradias presentes na orla. (…) As casas estão em cima das dunas, e o local onde as ondas deveriam circular foi barrado pelas pedras do molhe.”

Molhe construído entre a praia da Armação (à direita) e a foz do rio Quincas (Edu Cavalcanti, 13/04/10)

Vista lateral do "molhe que não poderia ter sido construído" (Rosane Lima, 19/05/10)

No dia 18 de maio, exato um mês após o especial do jornal, a moradora Olga Gomes da Rosa, 46 anos, lamentava: “o mar avança minuto a minuto e acredito que, quando a prefeitura tomar uma providência, será tarde demais”. Mesmo investindo R$ 16 mil em 52 caminhões de pedra para evitar o desabamento, sete dias depois Olga foi obrigada a abandonar sua casa. No verão ela alugava quartos por R$ 500 a diária, renda com a qual sustentava a família. Segundo seu irmão Gesiel Gomes, que no dia seguinte retirava o que ainda era possível aproveitar, o prejuízo da proprietária foi de R$ 700 mil.

Enquanto Gesiel trabalhava, o prefeito de Florianópolis Dário Berger visitava o que havia sobrado do imóvel no final da servidão João Jorge. A casa de Olga foi capa do Notícias do Dia de 27 de maio e estampou as duas páginas sobre o desastre. Foram necessárias a destruição de 12 casas e a interdição de outras 30 para que fosse decretado estado de emergência na praia da Armação.

Antes da homologação do decreto emergencial, até o exército foi convocado para combater a ressaca. No dia 21, soldados espalharam cerca de 5 mil sacos de areia numa faixa de aproximadamente 150 metros da praia. A previsão feita pelo capitão Marcus Rachid, engenheiro do Exército, para a repórter do Notícias do Dia Maiara Gonçalves mostrou-se correta: “o muro de contenção é emergencial e capaz de conter as ondas pelo menos até a próxima semana”.

5 mil sacos de areia colocados pelo Exército duraram menos de uma semana (Cristiano Andujar, 21/05/10)

Três dias depois, cerca de 150 moradores da Armação do Pântano do Sul protestaram em frente à Assembleia Legislativa do estado (Alesc) exigindo providências das autoridades para deter o avanço do mar sobre as casas do balneário.

"Nossa situação é crítica. É para hoje, não para daqui a 21 dias" (Rosane Lima, 24/05/10)

Com as seguidas ressacas e a inoperância do poder público, o pânico tomou conta dos moradores do bairro. Mesmo impedidos pela Polícia Ambiental, muitos insistiam na colocação de pedras ao longa da orla, numa tentativa de barrar a destruição dos imóveis à beira da praia.

A jornalista do Notícias do Dia Mônica Foltran consultou uma especialista que contestava a ação ilegal dos moradores. Para a professora da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina) Janete Abreu, geógrafa especialista em geomorfologia costeira, o enroncamento (proteção da orla com uma barreira de pedras) feito na praia na tentativa de diminuir a erosão “tem mais efeitos impactantes negativos do que positivos. As ondas quebram nas pedras e acabam refletindo a energia e voltando com mais força para o mar”.

De acordo com a geógrafa, o mais sensato no momento seria interditar as casas em risco, afastar moradores do local e aguardar que a ressaca diminua. (…) “A orla e a restinga são áreas naturalmente instáveis. Com as ondas do mar agindo, a ocupação nestas áreas sempre será um risco.

Pilar exposto sustenta parte da estrutura de uma casa na Armação (Rosane Lima, 19/05/10)

No mesmo dia, parte sustentada pelo pilar exposto é demolida (Rosane Lima, 19/05/10)

O pilar exposta havia cedido, mas às 11h26min não era possível ver a casa branca (Edu Cavalcanti, 27/05/10)

Seis horas depois, às 17h28min, casa salmão cedeu à ressaca (Lucas Sampaio, 27/05/10)

As mesmas casas destruídas, fotografadas do mesmo ângulo, seis dias depois (Lucas Sampaio, 02/06/10)

Com os R$ 10 milhões, o secretário de Obras, José Nilton Alexandre, disse que será erguido de forma improvisada e emergencial, um muro de contenção com 12 metros de base, seis metros de altura e 1.740 metros de comprimento. “Iremos utilizar 84 mil metros cúbicos de rochas”.

Se 1/5 desse valor fosse investido há 11 anos no projeto do Deinfra, a Armação do Pântano do Sul ainda hoje seria uma praia com faixa de areia e balneabilidade. Com o enrocamento de quase dois quilômetros que está sendo construído, em breve o sul da ilha ganhará sua avenida Beira-mar.

Uma outra linguagem para o fotojornalismo esportivo

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Na primeira sexta-feira de dezembro (4), apresentarei à banca examinadora o meu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) para graduação em Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). O horário ainda não foi definido – 17h ou 19h -, mas o local da defesa será o Auditório Henrique da Silva Fontes, no Bloco B do Centro de Comunicação e Expressão (CCE) da UFSC.

Uma outra linguagem para o fotojornalismo esportivo (Lucas Sampaio)

Wellington Amorim fecha o placar (2 a 0) para o Ceará contra o Ipatinga no Castelão pelo 1º turno da Série B

Primeira manchete em 7 dias

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Notícias do Dia. Quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Primeira manchete no Notícias do Dia, foto sobre a greve nos hospitais estaduais de Santa Catarina

Pelas Veias da Música Latinoamericana

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A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) recebeu durante a 8ª Semana de Ensino, Pesquisa e Extensão (SEPEX) o espetáculo Pelas Veias da Música Latino Americana, projeto de extensão da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) que tem em seu repertório peças da música popular brasileira, argentina, uruguaia, chilena e peruana.

Maior evento de divulgação científica do Estado, a SEPEX acontece em 2009 entre 21 e 24 de outubro na Praça da Cidadania do campus universitário. O show foi realizado no dia 22, quinta-feira, no auditório Guarapuvu do Centro de Cultura e Eventos da UFSC.

A Oficina de Música é um projeto de extensão da UFSM que existe desde 1993 e é coordenado pelo professor e tecladista Daniel Morales, pró-reitor adjunto de Extensão da instituição. Atualmente a oficina tem 14 integrantes, provenientes de diversos cursos da universidade, que formaram o espetáculo Pelas Veias da Música Latinoamericana apresentado pela primeira vez em Florianópolis.

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Cobertura fotográfica da 8ª SEPEX pela Agência de Comunicação da UFSC: http://www.flickr.com/agecomufsc/

Figueirense 2 x 1 Ceará

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O Figueirense sofreu para ganhar em casa do Ceará, mesmo com dois jogadores a mais, neste sábado. Jogando contra o 4º colocado da Série B do Campeonato Brasileiro, o Figueira contou com um pênalti desperdiçado pelo capitão da equipe cearense – Geraldo – aos 47 minutos do 2º tempo para levar os 3 pontos.

Os gols que levaram a equipe à 7ª posição da tabela – com 36 pontos – foram marcados por Schwenck e Fernandes, enquanto Geraldo, o mesmo que desperdiçou a penalidade máxima, descontou para o time visitante. É a primeira vitória do técnico Márcio Araujo no comando da equipe do Estreito em seu primeiro jogo em casa.

Na próxima rodada, o Figueirense enfrenta o Guarani no Brinco de Ouro da Princesa e o Ceará recebe o Vila Nova em Fortaleza.

A equipe do Ceará deu trabalho aos jogadores do Figueirense nessa tarde de sábado no Scarpelli

A equipe do Ceará deu trabalho aos jogadores do Figueirense nessa tarde de sábado no Scarpelli

3.337 torcedores enfrentaram o frio e a chuva para ver o time do Estreito conquistar a 11ª vitória na Série B

3.337 torcedores enfrentaram o frio e a chuva para ver o time do Estreito conquistar a 11ª vitória na Série B

Egídio (6) cobra falta com perfeição para o meio da área

Egídio (6) cobra falta com perfeição para o meio da área aos 39' do 1º tempo...

... e Schwenck sobe para desviar a bola na saída do goleiro Lopes: 1 a 0 Figueirense

... e Schwenck sobe para desviar a bola na saída do goleiro Lopes

A bola estufa a rede aos 39' do 1º tempo após cabeceio do artilheiro Schwenck

A bola estufa a rede após cabeceio do artilheiro Schwenck, que se choca com o goleiro na jogada

Jogadores comemoram gol de Fernandes logo no primeiro minuto do 2º tempo

Jogadores comemoram gol de Fernandes logo no primeiro minuto do 2º tempo

Fernandes se irrita com falta de ataque marcada pelo árbitro Wilton Pereira Sampaio

Fernandes se irrita com falta de ataque marcada pelo árbitro Wilton Pereira Sampaio

Chuva que caiu no últimos dias em Florianópolis encharcou o gramado do Orlando Scarpelli

Chuva que caiu no últimos dias em Florianópolis encharcou o gramado do Orlando Scarpelli

Mesmo com dois jogadores a mais no 2º tempo, Figueirense sofreu para garantir a vitória contra o Ceará

Equipe cearense dificultou o jogo e o Figueirense sofreu para garantir a vitória jogando em casa

Boiadeiro (15) é expulso por reclamação e deixa equipe cearense com 9 em campo

Boiadeiro (15) é expulso por reclamação aos 40' do 2º tempo e deixa o Ceará com 9 em campo

Wilton Pereira Sampaio marca pênalti contra o Figueirense e expulsa zagueiro Régis

Wilton Pereira Sampaio marca pênalti nos acréscimos e expulsa zagueiro Régis após o 2º amarelo

Geraldo (10), autor do gol cearense, se prepara para a cobrança aos 47' do 2º tempo

Geraldo (10), autor do gol cearense, se prepara para a cobrança aos 47' do 2º tempo...

Geraldo (10) desloca goleiro Wilson e erra o alvo

... desloca goleiro Wilson, mas erra o alvo; jogadores do Ceará dão as costas para o gol durante a cobrança

Jogadores do Figueirense comemoram pênalti chutado para fora enquanto Geraldo (10) não acredita na chance desperdiçada

Jogadores do Figueirense comemoram pênalti desperdiçado enquanto Geraldo (10) não acredita no que vê

Zagueiro do Ceará não acredita no pênalti desperdiçado pela equipe aos 47' do 2º tempo: vitória suada do Figueira

Zagueiro cearense não acredita no pênalti desperdiçado pela equipe no final da partida e torcida comemora